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Operadora lança o projeto para todo o Brasil, atingindo 14.000 dentistas
Veículo: SEguros.inf.br
Data: 16/07/2008
A partir agosto deste ano, a OdontoPrev amplia uma importante iniciativa sua de responsabilidade socioambiental. Toda a rede credenciada da operadora no Brasil, cerca de 14.000 dentistas, poderá participar do Programa de Reciclagem de Amálgama. A atividade foi criada no final de 2005 pela OdontoPrev, em parceria com o Laboratório de Resíduos Químicos da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) - Universidade de São Paulo (USP), para o processamento adequado do resíduo do amálgama gerado em consultórios odontológicos.
No Estado de São Paulo, o programa já conta com a adesão de 686 profissionais e processou corretamente 8 kg de amálgama recuperando 3,9 kg de mercúrio. Cada restauração dentária utiliza em média 2 gramas de amálgama. Dos 0,6 gramas de amálgama que sobram no processo, 0,3 são mercúrio.
Com a ampliação do projeto, cirurgiões-dentistas credenciados em todo o território nacional poderão encaminhar para a FOB-USP o resíduo do amálgama utilizado em restaurações dentárias. Cerca de 50% da composição do amálgama é de mercúrio – substância que se não for descartada corretamente pode causar danos ao meio ambiente e, conseqüentemente, ao ser humano. O total de investimentos neste programa é de cerca de R$ 83.000.
Com uma visão abrangente de sua responsabilidade corporativa, a OdontoPrev fortalece seus objetivos para o projeto. A OdontoPrev está financiando pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias para reciclagem do amálgama e retirada do mercúrio. Com isso, a companhia reequipa o Laboratório de Bioquímica da FOB, fornecendo todos os materiais necessários e remunerando os pesquisadores.
O
resultado esperado é a proposição de tecnologias limpas com a finalidade de conservação do meio ambiente. Um desafio da implementação do programa de reciclagem de amálgama em consultórios dentários é o envio do material coletado pelos dentistas para a Faculdade de Odontologia de Bauru.
A solução encontrada foi desenvolver um tubo confeccionado em plástico com tampa com rosca e lacre , que conta com um suporte em acrílico para mantê-lo na posição vertical, possibilitando o descarte e o envio seguro do amálgama para o Laboratório de Resíduos Químicos da FOB/USP. A embalagem foi aprovada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e está em conformidade com a Resolução Número 358 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), referente ao tratamento e disposição final dos resíduos dos serviços de saúde.
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